Esses dias li algo muito interessante. Um texto que dizia que a felicidade é a viagem, não o destino. Engraçado que a minha forma de encarar a felicidade era outra. Sempre esperava que algo de extraordinário que eu esperava acontecesse para poder então ser plenamente feliz: uma aquisição nova, uma fase nova, uma idade nova... E enquanto não chegava, minha vida se resumia a expectativas.
Saber que a felicidade é a viagem, que enquanto a gente espera grandes coisas, vivemos pequenos momentos são de fato a nossa alegria me fez rever meu modo de viver.
De agora em diante, que tal termos mais carinho com nós mesmos? Dar maior importância a fatos pequenos, valorizar aquilo que já temos. Acordar de manhã e dizer: eu tenho um motivo para ser feliz hoje! Por menor que ele seja.
Saber que a felicidade está em nós mesmos, não em outras pessoas, que somos capazes de nos alegrar sozinhos.
Entender que não existe padrão de conquistas, que as realizações somos nós que definimos, quando decidimos encarar algo como tal.
Parar para prestar atenção ao que está à nossa volta, encontrar o que há de bom mesmo na adversidade.
Perceber que perdemos tempo demais pulando de alegria em alegria, quando elas de fato duram muito menos do que esperamos por elas.
Sejamos plenos hoje, para que quando o amanhã chegar sejamos só um pouco mais alegres, porque felizes fomos todos os dias.


Ter blog é uma coisa complicada

Eu adoro escrever, mesmo. Se pudesse passaria meus dias escrevendo e criando e observando coisas. Mas ter blog é complicado.

O meu já passou por grandes períodos de silêncio, abandono justificado pelos dias turbulentos, a inconstância no acesso à Internet por um tempo, a falta de tempo devido à faculdade... Tantas coisas.

E assim a dedicação que a gente sempre quis ter se torna impossível.


Volto aqui pelo amor que tenho a escrever e expor minhas idéias, mesmo que poucos entendam ou vejam.

Tenho grande carinho pela blogosfera, encontro coisas interessantíssimas.

Não tenho muito tempo, nem muita inspiração... Mas é bom estar aqui =D


Eu vivo repetindo uma frase para as pessoas: “Nunca espere reciprocidade de alguém, as pessoas nunca nos dão na mesma proporção que recebem de nós”. Detalhe que quando é comigo a coisa é diferente, porque, querendo ou não, eu sempre espero muito das pessoas.
Aí eu, como boa estudante de Direito, refleti sobre a tão falada justiça. Dar a cada um o que lhe é devido, será que isso é possível? Para mim, não existe, nem nunca existirá justiça; tudo porque as pessoas têm diferentes perspectivas, o que é justo para mim pode não ser justo para você. Assim como os outros nunca são recíprocos, não dá para definir se o que é dado a alguém é realmente o que lhe era devido.
A justiça esbarra na moral, em valores das pessoas. Cada um, segundo o que acha mais oportuno, segundo sua vivência, sua criação, tem a sua medida. A proporcionalidade é realmente muito difícil.
Às vezes a gente se dá demais em situações, ou para pessoas que não merecem tanto, e mais, que não vão te devolver isso tudo. Quem nunca pôs a mão na consciência e percebeu que estava contando com a pessoa errada? Que confiava demais, dava importância demais a pessoas que não faziam o mesmo com você?
Isso é próprio da vida, são contradições que sempre vão existir.
Cabe a cada um de nós pensar se, ainda assim, vale a pena acreditar nos relacionamentos. Se mesmo a justiça não sendo justa, vale a pena lutar por ela. Cabe a nós, mesmo sempre esperando a proporção exata, sermos flexíveis e aceitar o imperfeito, fazer do que se dá a mais uma cortesia, do que se recebe demais um presente, daqueles que não se preocupa em retribuir.
Afinal de conta, precisamos ser felizes, e ser feliz não é necessariamente fazer tudo assim tão certo, mas fazer o que se quer fazer, o que te faça feliz!

Toda essa coisa de A Fazenda, reality shows e tal me fez refletir. Não é de hoje que a mídia adora explorar a tragédia pessoal dos famosos. Incansável, a imprensa marron está sempre atrás de uma infância pobre, um parente morto, um marido violento... Esses dramas alimentam principalmente programas de TV de quem não tem o que fazer.
Gente, uma coisa que me dá nos nervos é sintonizar no programa da Sônia Abraão e toda tarde ver uma lamentação alheia, é demais! Na maioria ds vezes sem o protagonista da história saber, eles vão lá e desencavam desgraças que não têm nada a ver, nada acrescentam ao telespectador. Não é só a pobre Sônia, coitada, na aba dela vão todos os derivados de outras emissoras e os programas da Redetv.
A sensação do momento agora é a infância do Mendigo, o famoso Carlinhos da Fazenda. Já era de praxe sempre se tocar no assunto da história de abandono, miséria e carência da vida dele; realmente foi muito triste, e é legal ver o cara dando a volta por cima agora, ponto final.
Mas agora que surgiu a mãe do cara, que abandonou ele e os irmãos na infância e nunca mais foi atras dele, a coisa degringolou de vez! Agora todo programa que você assiste entre Record e Redetv, a qualquer hora do dia, vai estar lá a danada da mulher falando sempre a mesma coisa: "Eu queria é pedir perdão pra ele, sabe"... Chato demais.
Chato demais é explorar, esgotar, esfacelar essa triste história que é um drama muito particular, que não tem a ver com a minha, com a sua vida. Chato demais é o fato de esses programas de TV não terem mais nada a falar a não ser essas coisas da vida alheia. Chato demais é ter essa programação fútil, insossa, sem o mínimo conteúdo na TV aberta. Uma tremenda perda de tempo, quando temos uma cultura tão rica, tanta gente inteligente sem espaço para falar.
Pouco me importa os motivos que levaram essa humilde senhora, que a cada dia tem ficado mais barraqueira, a procurar o filho diante dos holofotes. Gostaria de ser poupada desses barracos familiares, de irmã brigando com a mãe e segundas versões dos fatos. Se ela quer o dinheiro dele, fama, espaço; se ele vai perdoar a mãe... Tô pouco me lixando, não me interesso por isso! Mas cara, eu não aquento mais ver esse assunto na minha frente!
Juro que não sei que lógica tem veicular essas coisas e acho que vou ficar mais tempo sem saber. Mais, será que essa patacoada tem audiência?

Nossa, nunca pensei que fosse ficar tanto tempo sem postar!
Foi um longo e tenebroso inverno, no qual um computador sobrecarregado e uma conexão péssima tornaram impossível que eu sequer abrisse o blog. Nem foi totalmente a preguiça, foi a falta de oportunidade mesmo.
Esses últimos dias eu estava até ficando tristinha por conta disso... Mas estou aqui!

E quanta coisa aconteceu nesses dias!
A confusão no Senado, as acusações contra Edir Macedo, o H1N1 tocando o terror... Falando nisso, que loucura, não?
Não me lembro de uma pandemia que assustasse e modificasse tanto a vida das pessoas como essa nesses meus anos de vida, é espantoso e um pouco divertido também. Hoje a gripe suína já faz parte de nossas vidas (no bom sentido, é claro) e vou até sentir falta dessa adrenalina quando isso tudo passar ( vai passar!).
Estou falando mais da gripe porque ela me rendeu mais duas semanas de férias, e que semanas!
O que no último post eu achei que fosse ser um mês, foram quase dois meses só pra mim e eu aproveitei demais! Pena que acabou...

Enfim, tô voltando a todo gás, com muitas idéias e buscando novidades para este espaço que eu tanto amo, logo logo vou anunciar quais são

Obrigada a quem não deixou de passar aqui!


Como é bom estar de férias!
Na verdade, estou há uma semana em casa indo assim esporadicamente à faculdade, mas hoje é o primeiro dia de férias oficiais, férias de verdade!
A vida de universitária não é fácil, todos sabem. Aulas intermináveis, livros pra ler, textos na xerox, palestras, seminários, provas... Tudo que a gente queria era um tempinho livre para ficar na internet de bobeira, mas isso é muito raro. Para mim, que moro em outra cidade por causa da faculdade era pior ainda, estava clamando por um descanso! Tudo bem que isso volta mês que vem, mas ter um mês inteirinho só pra você é maravilhoso.
Só para mim, é isso que eu quero... Ter tempo pra pensar, refletir, olhar para o nada, ver coisas bobas na televisão. Posso atualizar a leitura, ver mais coisas legais na internet, ouvir muita música! Ter tempo para os amigos, que acabam perdendo a convivência no meio dessa correria toda, parar para conversar, ouvir, ver filmes, falar besteiras... Quero sair, me divertir, esquecer a faculdade um pouco!
Tudo bem, no começo a gente sempre pensa em fazer tudo isso, traça até um plano, mas no final nunca é desse jeito. Sei que não vou fazer isso tudo, que o tempo vai passar super rápido, que não vou ligar pra todo mundo, que nem vou ler o que gostaria... Mas ah! Só poder ter tempo livre já é maravilhoso pra mim.

E como nas férias eu tenho muito tempo livre, mas pouca coisa na mente, pode ser que eu fique mais tempo sem escrever aqui no blog... Aí vocês saberão que é por uma boa causa ;)

A mim e a todos que estão na mesma situação, boas férias!


Relutei muito em escrever alguma coisa sobre ele, pois desde quinta feira é o único assunto que a gente vê na mídia! Todos os sites, programas de TV, revistas jornais... Mas aah, tive que entrar na onda também.

A morte do Michael mexeu muito comigo, por ter sido assim tão súbita, tão inesperada. No dia eu juro que pensei que fosse uma pegadinha de internet, tamanha a surpresa que a notícia causou.
Eu não acompanhei a carreira musical do rei do pop tão de perto assim, não conhecia a maioria de suas músicas, não tinha um CD, nem mesmo músicas baixadas. Não sabia dos detalhes da carreira dele, quantos prêmios ganhou, quantas coisas fez, não mesmo.
Mas como metade do mundo, eu tinha muita simpatia por ele, pela personalidade, a celebridade que povoava as páginas de fofocas. Tinha respeito pela figura lendária que ele é para a música, pelo talento incontestável (me amarro nos passos dele!), enfim, gostava dele, sabe.
Lembro que quando explodiu aquele escândalo da pedofilia eu fiquei ao lado dele, sempre acreditei em sua inocência. Quando ele foi a julgamento, acompanhei, torci por ele, vibrei quando ele foi absolvido. Procurava saber notícias sobre o Michael e gostava quando diziam que ele estava bem, eu estava feliz com sua volta aos palcos.
Recebi com muito pesar a notícia de sua morte, assisti a todos os tributos, todas as homenagens... Vibrei na frente da TV aos relembrar as muitas coisas que Jacko já fez, as apresentações do Jackson Five, o clipe de Thriller e tantas outras coisas. O cara era um gênio!
É legal ver como todo o mundo se mobilizou com a notícia, como todos estão, se não chorando, comentando a morte do rei do pop, dá pra ver como a figura dele era influente em escala planetária. Nesses últimos tempos ele andava esquecido, sempre criticado e jogado num canto, mas quando morreu voltou a ser essa “ultra celebridade”... Mal do povo né!
Enfim, resolvi não contar a história da vida e carreira dele aqui, ou colocar dados tirados de sites e revistas, isso vocês estão vendo muito. Aqui vai a minha homenagem falando sobre ele na minha ótica, como eu, que não era fã nem nada, fui afetada pela vida desse cara que merece ser lembrado, virar essa figura imortal que eu sei que será.
Michael, descanse em paz e viva pra sempre em nossas memórias!


Queria saber o porquê
Das mãos tremendo, o coração aos pulos
O frio na barriga
Queria saber como se chama
Isso que me queima por dentro
Que me dá vontade de gritar
Queria saber por que sinto meu peito derreter
Por que o arrepio ao ouvir sua voz
Por que pensar tanto em alguém?
Gostaria de entender o que acontece
Que me faz querer tanto o seu olhar
Sonhar com seu sorriso
Por que me falta o ar?
E tudo é poesia ao meu redor
Tudo é você
Flutuo pelas ruas na esperança de te encontrar
Te olhar
Por que tudo é tão surreal?
Por que não tenho o controle sobre mim?
Queria alguém pra me explicar
Num mundo tão grande, de tantos encontros
Encontrei você
E me perdi
Perdi o sono, perdi a voz
Porque agora tudo é você
Tudo é você




1 ANO DE BLOOOG!!!
Na verdade foi ontem, dia 28 de Junho o aniversário
Numa cinzenta tarde de Sábado no ano passado, eu iniciei minha aventura na blogosfera. Ainda lembro dos textos que postei, tanta coisa acontecendo naquela época... Mas enfim.
Um ano, na verdade não initerrupto porque eu fiquei uns meses sem escrever entre o fim de 2008 e o mês passado... Mas aaaah! É uma data importante puxa vidaaa!


Lembro-me de quando era uma criança, imaginação fértil, pouco conhecimento de mundo, enfim, na idade que todas as crianças queriam ser astronautas ou artistas de TV, eu coloquei na cabeça que queria ser advogada. Advogada? Nem sabia bem o que era, via nos filmes e achava bonitinho, achava que era profissão de gente “rica”.
Daí os anos passaram, veio o amadurecimento como aluna, o Ensino médio e todas essas coisas, e eu sempre optando pelo Direito, talvez por preguiça de pensar em outra coisa, talvez pela segurança em acreditar na minha vocação.
Só sei que o que me prendeu ao Direito como sonho, meta, foram especulações, eu só tinha o senso comum como fonte pra saber o que era a profissão, a ciência, o valor e tudo isso.
Passei no vestibular, entrei na UFRJ e encontrei respostas para minha falta de informação. Declaro que estou simplesmente apaixonada pelo Direito!
Não sei se minha visão vai mudar, ainda sou caloura, mas por enquanto sei dizer que o que trouxe o meu sonho até antes foi mais o desejo de passar no vestibular do que propriamente a profissão, mas agora pude entrar em contato e ver o que eu quero defender sabe, o que eu estou escolhendo pra minha vida.
O Direito, a faculdade que se traduz em norma, o conjunto das leis que disciplina a vida em sociedade, que a conduz na busca da ordem, a equidade, a justiça de dar a cada um o que lhe é devido, protegendo a igualdade, ainda que para isso seja necessário ser desigual(em tese, antes que me ataquem).
A rotina dos advogados, juízes, promotores, fórum, processos, ternos e gravatas, salto agulha... A possibilidade de conhecer a sociedade, entender a fundo seus valores, suas crenças, as instituições que surgem em torno dela. Pensadores, juristas, contestadores!
Tudo isso despertou a minha paixão, a minha admiração e a profunda vontade de me empenhar não só na busca do conhecimento, que é muito importante, mas também na busca pelo objetivo do conhecimento: as relações pessoais, nas diversas formas em que elas se processam.
Não posso definir ao certo, não tenho conhecimento ainda, nem ao menos experiência... Mas é isso que estou vendo e é isso que vou buscar! A carreira que eu quero para mim!

Agradeço a Deus e à menina que quis ser advogada um dia... Eles me trouxeram até aqui!





Passei um tempo sem postar... Acho que foi um vazio ideológico rsrs

Esse texto foi escrito há um tempinho, mas só hoje resolvi postar... Coloquei ele na íntegra, sem revisar antes... Não reparem eventuais falhas. No mais, estou feliz, me sentindo muito, muito bem =D


Uma pós-adolescente de 19 anos que tem como vício escrever. Mora no Rio de Janeiro, estuda Direito, é evangélica... É tudo o que você precisa saber ;)
Este é um espaço para discussões sadias, textos sobre temas diversos e impressões do dia-a-dia, comentários sobre música e mídia gospel, sugestões de eventos, vídeos legais, vida cotidiana e muito mais! Tudo sob o ponto de vista desta pessoa que vos fala, pode chegar, seja bem vindo!!!!